
Aqui, os conteúdos ganham forma e movimento. Notícias e artigos, atualizados semanalmente. Acompanham o que pulsa no Brasil quando o assunto é artesanato e a rede de pessoas que o sustenta. Você também encontra entrevistas com especialistas e reflexões compartilhadas nos Papos CRAB, onde o diálogo aprofunda saberes e amplia olhares.

Para qualquer empreendedor, seja ele um prestador de serviços, um comerciante ou um artesão, a gestão financeira é a espinha dorsal da operação. Apresentamos um guia prático para organizar suas finanças, trazendo ideias de métodos tradicionais até ferramentas digitais avançadas que facilitam o dia a dia da gestão. O objetivo é transformar a sua visão sobre o dinheiro, garantindo que cada investimento contribua para a saúde do negócio a longo prazo.

No Piauí, troncos de madeira se transformam em santos, anjos e figuras regionais nas mãos de mestres artesãos. Essa tradição, reconhecida em 2024 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, revela nas esculturas a devoção popular e fortalece a identidade cultural, consolidando o estado como referência nacional na obra sacra.
O texto é um perfil reverente de Mestre Maureliano Ribeiro (1965–2025), artesão e construtor de tambores pernambucano reconhecido pela produção artesanal de instrumentos de maracatu e pela atuação na preservação das tradições afro-brasileiras. Narrando sua formação em Peixinhos, Olinda/Recife, a matéria destaca sua aprendizagem prática, a influência do ofício do pai, a atuação em projetos sociais como Daruê Malungo e a fundação de coletivos como Lamento Negro e Maracatu Nação Cabeça de Nego. O conteúdo descreve detalhadamente o processo de fabricação dos tambores (bojo, pele, aros, acabamento) e outros instrumentos (gonguê, caixa de corda, mineiro/ganzá), evidenciando técnicas, materiais (macaíba, jenipapo, couro de bode) e inovações do mestre.
O texto discute como artesãos e coletivos podem construir uma presença digital que respeite o tempo, as técnicas e a identidade do fazer artesanal. Argumenta que a internet é uma ferramenta estratégica para ampliar visibilidade, conectar novos públicos e fortalecer a renda, desde que o ambiente online seja ocupado com consciência, narrativas que valorizem processos e escolhas que respeitem o ritmo da produção manual. Apresenta exemplos de práticas bem-sucedidas (como Mestre Espedito Seleiro, Mulheres do Jequitinhonha e coletivos) e aponta caminhos práticos — escolher poucos canais, comunicar o processo, estabelecer um ritmo sustentável, tratar o digital como espaço de relação — além de indicar capacitações relevantes (Sebrae/Trilha do Artesão Empreendedor) e vantagens do e‑commerce e das redes sociais como vitrines narrativas.
O artigo apresenta um roteiro completo das principais feiras e eventos de artesanato no Brasil para o ano de 2026. Ele destaca a crescente importância do artesanato como plataforma cultural e econômica, capaz de gerar renda, fortalecer redes criativas e dialogar com áreas como design, moda, arquitetura e turismo cultural. O texto enfatiza como essas feiras conectam artesãos a diversos públicos, revelam tendências e promovem intercâmbios de saberes, sendo fundamentais para o setor. Em seguida, o conteúdo detalha diversas feiras já confirmadas para 2026, como FIART (Natal), Salão do Artesanato Paraibano (João Pessoa), Artesanal Sul (Porto Alegre), Feiarte (Curitiba), Fenearte (Olinda), Mega Artesanal (São Paulo), Fenacce (Fortaleza) e Feira Nacional de Artesanato (Belo Horizonte). Para cada evento, são fornecidas datas, locais, um breve descritivo e os motivos pelos quais são imperdíveis, ressaltando suas particularidades e contribuições para o cenário artesanal brasileiro. Por fim, o artigo lista feiras tradicionais que, embora ainda sem datas confirmadas para 2026, são eventos anuais importantes para o setor, como Fenahall (Olinda), Semana Criativa de Tiradentes (MG), Artesanto (Vitória) e FENABA (Salvador). O objetivo é ajudar artesãos, compradores e interessados a se programarem e acompanharem os principais acontecimentos do artesanato nacional, consolidando-o como um campo vivo, dinâmico e economicamente relevante.

O artigo explora a rica tradição da Folia de Reis no Rio de Janeiro, destacando sua origem ibérica e a adaptação cultural brasileira, que incorpora influências europeias, africanas e indígenas. A manifestação, celebrada entre dezembro e janeiro (estendendo-se até 20 de janeiro no RJ), é apresentada como um universo artesanal, onde máscaras, estandartes, indumentárias e instrumentos são criados manualmente, preservando a memória e a identidade das comunidades. São detalhados os personagens centrais da Folia, como o Mestre, Alferes, Bastião (palhaço), Reis Magos, coro e instrumentistas, e a importância dos elementos visuais e sonoros para o ritual. O texto também mapeia a presença da Folia de Reis em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, incluindo a Baixada Fluminense (com o maior número de grupos ativos), a Região Serrana (com influências estéticas germânicas e italianas), a Região dos Lagos e Costa Verde (interagindo com tradições caiçaras), o Vale do Café e o Norte e Noroeste Fluminense. São citados grupos específicos e suas particularidades, reforçando a diversidade e a vitalidade da Folia em cada localidade. A conclusão enfatiza que, apesar de por vezes esquecida, a Folia de Reis é uma tradição vibrante que resiste ao tempo e se reinventa, fortalecendo economias locais e inspirando novas gerações através do trabalho coletivo e da fé materializada na arte. Em suma, o artigo oferece uma visão abrangente da Folia de Reis no Rio de Janeiro, abordando sua dimensão histórica, cultural, religiosa e artesanal, além de apresentar um panorama geográfico dos grupos e suas características regionais, ressaltando a relevância dessa manifestação para a identidade cultural fluminense.

A força do artesanato que brota do aguapé No norte do Pantanal sul mato grossense, mulheres de fibra trabalham para que sua permanência no território seja garantida enquanto preservam o Pantanal. Apresentamos o grupo de mulheres que reconstruiu saberes ancestrais com o uso da fibra do aguapé para produção e disseminação do artesanato. A Associação das Mulheres Artesãs da Barra do São […]
O presépio natalino, uma das maiores expressões do artesanato brasileiro, tem origem no século XIII com São Francisco de Assis e, ao longo dos séculos, tornou-se símbolo de fé, tradição e identidade cultural. No Brasil, assume múltiplas formas regionais, produzidas em materiais como barro, palha, madeira, gesso e crochê, refletindo saberes ancestrais e modos de […]

Mestre Gerar, artesão de Barra (BA), cria esculturas em barro e madeira que unem elementos do catolicismo e do candomblé, expressando o sincretismo religioso brasileiro. Seu trabalho utiliza matérias-primas locais, como argilas dos rios Grande e São Francisco, e técnicas tradicionais transmitidas desde a infância. Além de artista, ele atua como educador, oferecendo oficinas para jovens em situação de vulnerabilidade. Suas obras ganharam destaque em feiras, instituições culturais e plataformas digitais, fortalecendo a economia criativa da região. Em 2022, foi premiado no Prêmio Sebrae Top 100, consolidando seu reconhecimento nacional.
O projeto Conversa Fiada, uma série de entrevistas com pessoas que trazem pontos de vistas inventivos sobre a relação com o fazer artesanal e sua rede. São artesãos inovadores, artistas visuais, designers, pesquisadores, criativos, professores e muitas outras pessoas que estão pensando sobre e fazendo artesanato, trazendo desafios, soluções e inovações para o setor.
Uma entrevista inspiradora com Pedro Luis, artista visual carioca que transforma bordados em murais e poesia visual. Nesta conversa conduzida por Laura Landau, Pedro compartilha sua trajetória, influências e o processo criativo que une memória, afeto e fios. Conheça como ele reinventou o fazer têxtil, levando o ponto cruz das linhas ao concreto urbano. Uma leitura rica sobre expressão, arte e identidade.

Uma seção inteira tecida para a rede do artesanato brasileiro. Aqui, você percorre o mapa para encontrar artesãos e artesãs, mestres, grupos, lojistas, centros culturais e feiras, ampliando conexões e fortalecendo vínculos. Também pode navegar pelas páginas dos estados e conhecer as principais características produtivas de cada território.

Em Dados do Setor, disponibilizamos painéis com informações sobre o artesanato no Brasil, como número de artesãos e artesãs, empreendimentos, gênero, faixa etária, entre outros indicadores que ajudam a entender o cenário atual e apoiar decisões para o fortalecimento do setor.