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Adornos e Miçangas: Identidade Ancestral no Artesanato Indígena Brasileiro

Colares, pulseiras e brincos feitos por mãos indígenas revelam não só a beleza na simetria de cores e traços. Esses acessórios carregam saberes ancestrais, relações profundas com a natureza e símbolos de força e resistência. Mantém viva memórias e costumes, trazendo narrativas visuais que contribuem para a valorização do artesanato e da cultura popular brasileira.

21/04/2026EQUIPE CRAB

Artesanato Brasileiro_ Identidade Ancestral_ Foto 01 grafismo micanga.jpg Grafismo e adornos indígenas. Foto: Divulgação / IPHAN, 2025.

A miçanga dos povos originários

Adornos e acessórios indígenas revelam, além da beleza e uma gama de cores e formatos, a identidade dos povos originários. Colares, brincos, pulseiras e pinturas corporais trazem ritos sagrados da ancestralidade e características regionais.

No Brasil, há uma extensa diversidade cultural indígena, mais precisamente são 391 etnias espalhadas pelo país. Cada uma carrega seu referencial histórico e o comunica, entre outras formas, por meio de símbolos visuais. A mesma diversidade de povos se reflete nos traços geométricos, tipos de acessórios e adornos, que podem representar desde a posição social na comunidade como a representação de elementos da natureza e a espiritualidade. Na profunda relação de respeito com a terra, há séculos esses acessórios são compostos por elementos naturais como sementes, pedras, conchas e plumas.

Já a miçanga, que tanto costumamos relacionar a esses acessórios, foi introduzida no período da colonização. Os europeus as trouxeram e inicialmente eram utilizadas como moeda de troca até serem incorporadas pelos povos originários. Entretanto, antes de chegar à Europa, as contas de vidro percorreram o mundo e milhares de anos, desde o antigo Egito e Mesopotâmia (2500 a 1600 a.C).

Ao longo dos séculos, cada povo encontrou sua linguagem com as contas. Segundo a mitologia Wayana e de outros povos, as miçangas, provenientes de árvores encantadas desaparecidas por longos anos, voltaram aos povos indígenas por meio dos colonizadores.

Diversidade Indígena dá forma aos ornamentos

eco fashion week.jpg Brasil Eco Fashion Week. Foto: Divulgação / Elle Brasil (2022)

A pluralidade dos adornos indígenas revela a criatividade dos povos originários e a relação que cada comunidade estabelece com o ambiente em que vive. O território fornece os insumos e, ao mesmo tempo, inspira os grafismos, dando forma e sentido a cada expressão visual.

Os adornos também foram sendo criados ao longo dos séculos e para alguns povos, como os Ka’apor, mais recentemente introduzidos, seja com objetivo de uso próprio ou para venda. Segundo o artigo “Objetos Indígenas Para O Mercado: Produção, Intercâmbio, Comércio E Suas Transformações” (Museu Paraense Emílio Goeldi), os Ka'apor no Maranhão, classificam seus objetos como "originais" e os "inventados", sendo os primeiros objetos tradicionalmente usados por eles, como peças de arte plumária, tecidos de algodão, cestaria, cerâmica e instrumentos musicais. Os “inventados” são adornos corporais de miçangas ou elaborados com sementes de tucum, inajá e ossos de animais de caça, que só começaram a ser confeccionados na década de 1990.

Veja como algumas etnias brasileiras se relacionam com a produção de acessórios artesanais:

Kaxinawa (Huni Kuin): as pulseiras possuem desenhos tradicionais representando animais (kene kuin). Os grafismos lembram as pinturas corporais e a tecelagem em algodão, cuja origem é a pele da jiboia Yube.

Nambikwara (Mamaindê): Consideram as miçangas presentes dos mortos retirados da terra pelo xamã. Existe uma conexão vital: se o fio se quebra, a pessoa pode adoecer.

Wayana e Waiwai: produzem enfeites com motivos realistas, como animais ou objetos, semelhantes a antigos desenhos trazidos pelos missionários do século XIX.

Krahô: Associam as miçangas a olhos e ossos em seus mitos, originando-as de uma lagarta gigante. Mesclam miçangas com sementes. Preferem as miçangas coloridas para seus adornos e as sementes naturais, como a tiririca, são utilizadas na produção para venda.

Karajá: produzem os Myrani, peitorais de uso ritual. Hoje são todos de miçanga, com desenhos geompetricos, mas já foram feitos de sementes pretas, vermelhas e brancas. Também produzem os lokura woku, que são colares de várias voltas com miçangas de uma só cor.

Mebêngôkre: a produção de peças com miçangas é uma arte feminina. Elas decidem como serão as peças dos participantes das grandes festas, desde as cores às formas.

A produção de adornos indígenas

Artesanato Brasileiro_ Identidade Ancestral_ Foto 02 colar micança.jpg Colar de miçangas. Foto: @arteskaitil / X, 2020.

Os acessórios indígenas, assim como outros objetos do artesanato, passaram a ser comercializados para não-indígenas no mundo contemporâneo. As peças circulam pela vida urbana, dialogando com públicos que não vivem a experiência de produção ou da relação profunda com a natureza, mas valorizam as raízes culturais ali contidas. Atualmente, esses objetos expandiram sua presença para além das feiras, conquistando espaços de exposição cultural e desfiles de moda.

Artesanato Brasileiro_ Identidade Ancestral_ Foto 05 biju miçanga.jpeg Acessórios indígenas. Foto: Divulgação / Diário do Pará, 2025.

O artesanato indígena apresenta a identidade de cada povo e segue processos distintos e particulares de produção. A seguir, conheça mais sobre alguns deles.

Colar de tiririca e miçanga

smente tiririca.jpg Semente de tiririca. Foto: Tucum / Facebook, 2014.

A tiririca é uma planta, também conhecida como capim navalha devido a sua folha cortante. Suas sementes são matéria prima para colares utilizados pelas mulheres da etnia Krahô, no Tocantins. Atualmente, os acessórios com tiririca são cada vez mais destinados à comercialização, através dos olhares atentos das jovens à cultura das mulheres brancas, elas reinventam novas formas de produzir os colares e pulseiras. Diferente da miçanga, ela precisa passar pelo processo de beneficiamento, descrito logo a seguir:

Artesanato Brasileiro_Identidade Ancestral_ Foto 03 colar semente de Tiririca.jpg Colar de semente de tiririca. Foto: @moingobe / Instagram, 2023.

Processo de produção

1. Coleta de matéria-prima e beneficiamento

A tiririca é colhida na região de brejo, geralmente por mulheres mais velhas. Existem diferentes formas de beneficiamento entre os Krahô, porém todos buscam amolecer a semente, seja com água ou calor do fogo.

As sementes precisam germinar para que seja retirada essa parte e, com ajuda de um arame, sejam perfuradas. Uma a uma também são lixadas.

Elas podem receber diferentes processos para o tratamento de cores, seja apenas torrando com areia (cor natural), com óleo (cor escura) ou banhando em água oxigenada para depois secar ao sol (cor branca).

2. Montagem dos acessórios

São utilizadas fitas de buriti, folhas de tucum ou linhas de pesca para montagem dos colares. Com diferentes tramas, os acessórios adquirem padrões geométricos e podem ser compostos com outras sementes. Esse processo é normalmente realizado pelas mulheres mais jovens.

Acessórios Marubo de casca de Aruá

grafismo-marubo-1.jpg.webp Adornos Marubo feitos de Aruá. Foto: Divulgação / UNIVAJA

Tradicionalmente, os Marubo confeccionam colares de contas feitos da casca de caramujo (aruá) que é encontrada nos rios, em locais bastante específicos. Diferente das miçangas de vidro, as contas de caramujo exigem um processo de fabricação manual para serem transformadas em pequenos discos. Esse modo de produção é fundamental porque, na cosmologia Marubo, a fabricação de enfeites está diretamente ligada à proteção dos corpos.

Processo de produção

1. Corte dos discos

As cascas de caramujo são selecionadas para serem cortadas, arredondadas e furadas. O lixamento dá a espessura necessária.

2. Tratamento

Os discos são “torrados” para que a parte preta da casca saia e a parte branca seja revelada.

3. Composição

Com os discos são feitos diversos tipos de acessórios, que podem ser acompanhados de contas de tucum, murmuru e outros.

Recentemente, os Marubo passaram a utilizar o PVC para criar os colares brancos. O material é reaproveitado e transformado em discos. Aparentemente eles têm pouca diferença, mas o colar de aruá é mais pesado e frio como cerâmica. Maria Amélia Marubo, que participou do III Seminário Mãos que Promovem o Brasil – Sustentabilidade e Inovação no Artesanato no CRAB valoriza a produção dos colares de aruá, por carregarem história e a conexão com território e a espiritualidade.

amelia2.JPG.jpeg Maria Amélia Marubo no III Seminário Mãos que Promovem o Brasil vestindo colar de aruá. Foto: Acervo / CRAB (2025).

Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé

FIT & AMISM Sateré Mawé 🌿Lançamento coleção #2 hoje em todas as lojasDescubra tudo online- fitl.jpg Parceria moda e acessórios Sateré Mawé. Foto: @tukuma_pataxo / @amism_sateremawe / Instagram (2024).

Para as mulheres Sateré-Mawé, o artesanato é espaço de continuidade cultural e fortalecimento coletivo. Para que o legado ancestral não se perdesse, desde 1996, a Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé atua com o propósito de preservar tradições e, ao mesmo tempo, garantir independência econômica e melhores condições de vida.

É nesse trabalho diário, transmitido de geração em geração, que o saber tradicional se transforma em peças únicas, resultado da relação íntima com a floresta e da força das mãos que criam. Na instituição, artesãs confeccionam brincos, colares, pulseiras e outros adereços, feitos com sementes locais e penas selecionadas. Cada criação expressa memória, identidade e a força das artesãs da comunidade.

Em entrevista para o canal Fala Brasil, Regina Sateré-Mawé, filha da fundadora, explica que a associação nasceu da preocupação com a perda de referências culturais entre crianças e jovens que viviam na cidade. “Eles já não usavam as pinturas, não falavam mais a língua e não valorizavam o artesanato”, explica. A iniciativa surgiu como forma de conservar tradições e deixar um legado para as próximas gerações.

Sua filha, Sandy Yusuro, reforça que o trabalho vai além da produção de adornos: “A gente luta pelos nossos direitos. Aqui isso é mais forte por conta das mulheres. Lutamos pela independência financeira e pelo fortalecimento das indígenas Sateré-Mawé”.

Os adornos e grafismos criados pelas artesãs conquistaram novos espaços dialogando com outros públicos através da coleção com a marca FIT, em 2024. Chaveiros de sementes reproduzindo miniaturas de animais, acessórios e grafismos aplicados nas peças compuseram a linha.

Bibliografia

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Fotos

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Imagem da Internet: Adornos Marubo feitos de Aruá. Disponível em: https://univaja.org/marubo/. Acesso em 31 mar. 2026.

Acervo CRAB: Maria Amélia Marubo. Novembro, 2025.

Imagem da internet: Parceria moda e acessórios Sateré Mawé. Foto: Divulgação / @amism_sateremawe / Instagram, 2024. Disponível em:https://www.instagram.com/p/DCczbxKvrno/. Acesso em 31 mar.2026.

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