AMARN. Foto: Divulgação / @numiakura Instagram (2025)
Povos originários ganham força nas mãos da Associação
Encontro com artesãs indígenas na AMARN. Foto: Divulgação / AMARN, 2025.
O artesanato conta a história cultural de um povo. E para garantir a salvaguarda do legado histórico de mulheres de inúmeras etnias, entidades como a Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro – AMARN, no Amazonas, vêm realizando importante papel para a conservação do saber e dos costumes ancestrais.
Pioneira no Brasil como a primeira organização indígena voltada exclusivamente para mulheres, sua atuação na criação de projetos e políticas públicas de proteção aos direitos das mulheres indígenas tem mudado a vida de diversas famílias no Amazonas.
Fundada no ano de 1987, a instituição realiza cursos de aperfeiçoamento, capacitação profissional e manutenção da língua de diferentes povos. Além de estimular a produção artesanal e a valorização do fazer com as mãos, as iniciativas da AMARN contribuem diretamente para a geração de renda para a comunidade, garantindo dessa forma um futuro mais digno para todos.
A instituição é um grande centro de interlocução para os povos indígenas, atuando ainda como ponto de comercialização de artesanato, na promoção de debates e eventos voltados ao desenvolvimento socioeconômico das mulheres indígenas. Com 37 anos de existência e 80 associadas, a AMARN já realizou mais de 24 projetos em parceria com Fundações e está presente nos principais eventos de artesanato indígena brasileiro.
Pluralidade de Etnias no Amazonas
Assembleia da Associação de Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro — Foto: Divulgação / Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios Globo (2025)
Dentre as mulheres indígenas que fazem parte da Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro – AMARN, estão representantes das etnias Desana, Tukano e Baniwa (Instituto Socioambiental, 2023).
Reconhecida pelas habilidades artesanais com cestarias e rituais xamânicos, a comunidade Desana, na língua indígena, se chama Umukomasã, “gente do universo”. O povoado possui cerca de 1,6 mil pessoas e seus habitantes costumam falar mais de uma língua.
Já os Tukano utilizam o grafismo em peças de cerâmica. A técnica aplicada demonstra o respeito à natureza e ressalta representações míticas. Segundo o portal Pib Socioambiental, no Brasil há aproximadamente 11 mil indígenas da etnia Tukano.
Também com forte atuação em cestaria, devido ao manuseio da mandioca brava, os Baniwa vivem no noroeste da fronteira da Amazônia. Estima-se que o número de habitantes chegue a 12 mil pessoas, sendo 4 mil, no Brasil, vivendo do plantio da mandioca brava e atividades de pesca.
O número da população indígena total no município de São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, segundo pesquisa do IBGE, é de mais de 51 mil habitantes, sendo 45 mil indígenas de 23 etnias.
Processo Produtivo das Comunidades do Alto Rio Negro
Artesã durante oficina de artesanato. Foto: Divulgação / AMARN, 2024.
A arte indígena do Alto Rio Negro nasce do diálogo entre a natureza e a tradição. Cada peça carrega a habilidade manual das mulheres e o conhecimento transmitido por gerações. Fibras naturais tramadas e argila moldadas são transformadas em objetos de grande valor cultural a partir de técnicas ancestrais e práticas sustentáveis.
A produção de cestas ocupa lugar especial, revelando a criatividade e o cuidado na transformação de fibras nativas em peças utilitárias. Urutu é o nome indígena para esses cestos produzidos em arumã com pigmentações naturais e diversos desenhos gráficos que apresentam um apelo estético único.
Confecção das microtranças. Foto: Divulgação / Vogue Globo, 2019.
Confecção de bolsas por artesãs AMARN para desfile no SPFW. Foto: Anita Portfírio / Vogue Globo, 2019.
Cestarias
Cestaria Urutu – Arte Baniwa. Foto: Divulgação / Etnias Mundi, 2026.
O urutu do povo Baniwa é produzido com fibras de arumã através do manejo de forma sustentável.
Veja abaixo cada etapa do processo produtivo.
Artesã trançando talas de arumã. Foto: Lucas Bonny / AMARN
o arumã é encontrado em regiões semi-alagadas. O manejo é realizado com cuidado, preservando brotos, talos jovens, e selecionando aqueles firmes e saudáveis que dão durabilidade e brilho às peças.
os talos podem ser raspados, removendo a parte externa (verde) do arumã e depois areados à beira do igarapé, processo que dará cor clara laqueada e, com tempo, uma cor caramelizada, brilhante. Os talos não raspados dão origem a cestas mais resistentes.
processo de transformas o talo em talas finas em larguras e espessuras que precisam seguir um padrão para serem usadas na trama. Para isso, além das mãos ele utiliza faca, uma cruzeta de toquinhos de arumã, os pés e até a boca.
o artesão colhe o fruto de plantas como o urucum, no qual se retira o corante no tom vermelho-vivo quando maduro e amarelo quando está verde. Já do carajuru kerrawídzo é extraído das folhas, corante vermelho-tijolo ou vermelho-ocre. Para a cor preta, pode ser usada a cinza dos fornos ou potes de cerâmica. Todos esses pigmentos são misturados à vernizes ou seivas viscosas extraídas da entrecasca do ingá ou outras árvores.
parte mais complexa. As talas são tingidas pela metade, para realizar os desenhos dos grafismos, e secas ao sol.
é iniciada com duas ou três talas, em função da largura delas ou tipo de desenho.
na etapa final de produção, são utilizados cipós e amarrilhos naturais para fazer os aros. Os tipos mais usados são o cipó uambé, cipó titica e o espinho de anta (heemáphi).
Para mais detalhes, acesse: https://www.artebaniwa.org.br/tipos1a.html#
Vasos de cerâmica
Panela de cerâmica com tampa Tukano. Foto: Divulgação / Projeto Terra, 2025.
As habilidades manuais dos povos Tukano, do noroeste do Amazonas, conferem uma composição visual forte às cerâmicas produzidas. A partir da técnica de pintura em negativo, o grafismo aplicado na peça é mantido na cor do barro, contrastando com a cor preta pintada a partir do processo de defumação nas demais partes do vaso.
Ceramista preparando a argila para a modelagem. Foto: Maurício de Paiva / Brasil Mongabay, 2024.
Artesã do Alto Rio Negro expõe suas artes na Colômbia
Madalena Cardoso, da etnia Tuyuka. Foto: divulgação / AMARN.ORG
Da etnia Tuyuka, a artesã Madalena Cardoso fez do saber, passado por gerações, o ofício que gera renda para sustentar seus filhos. Sua arte confeccionada com fibras de tucum e grafismo indígena ganhou o mundo. No ano de 2024, seus produtos foram expostos na Expoartesanías na cidade de Bogotá, na Colômbia. O evento é voltado para a preservação do artesanato latino-americano.
A artista, natural do município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, ressalta que ao produzir artesanato ela volta ao passado. Madalena seguiu os passos da mãe na arte de fazer com as mãos e, aos 11 anos, já confeccionava suas primeiras peças.
Peças em fibra de tucum. Foto: Mauro Neto/Secom
No ano de 2000, Madalena, ao se mudar para Manaus, trabalhou em diferentes ofícios, mas só foi em 2006, ao conhecer a AMARN, que retomou a produção artesanal indígena e não parou mais.
Associação promove a expansão do artesanato feminino do Alto Rio Negro
Cesto criado a partir da técnica do trançado de fibra de tucum pelas artesãs da AMARN. Foto: Thiago Poncio / Casa Vogue Globo, 2012.
Além de promover oficinas e cursos de aperfeiçoamento, todos os produtos confeccionados pelas artesãs são comercializados pela associação. Cestos, colares, bolsas, pulseiras, itens de decoração, dentre outros, são vendidos de forma física na própria instituição, em lojas virtuais, perfis nas redes sociais, em exposições e eventos voltados ao artesanato.
Uma das preocupações da entidade é a de ampliar a visão das artesãs sobre como precificar suas peças. Para que os produtos cheguem ao consumidor final com preços que valorizem todo o processo produtivo e criativo, a AMARN realiza capacitações nas quais são abordados temas sobre mercado, precificação e estratégias para fortalecer as marcas nas redes sociais.
Artesanato indígena brasileiro encanta passarelas da Europa e EUA
Modelos desfilando com peças de fibras de tucum. Foto: Divulgação / Em Tempo, 2024.
Peças confeccionadas por artesãs de projeto da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), a partir de fibras de tucum, planta nativa da Amazônia, brilham durante a semana de moda de Nova York e Milão.
Parte integrante da coleção do estilista Maurício Duarte, denominada “Muiraquitã”, as peças foram produzidas por membros de 5 associações participantes do projeto “Parentas que fazem”. Além da AMARN, também participou a Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé (AMISM).
As criações contaram ainda com outros insumos naturais, tais como fibra de buriti, escamas de pirarucu e sementes de açaí.
Bibliografia
AMAZON ZAGAIA. Celebração 35 Anos da AMARN- Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro. YouTube, 10 de outubro de 2022. 1 vídeo (6 min). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KRRdjcRV44E Acesso em 28 mar. 2026.
AMAZON ZAGAIA. Associação De Mulheres Indígenas Do Alto Rio Negro – AMARN. Instituto Zagaia. Disponível em: https://www.amazonzagaia.com.br/amarn Acesso em 28 mar. 2026.
SOUZA, Gabriel. Desana. Portal Amazônia, 23 de abril de 2021. Disponível em: https://portalamazonia.com/amazonia-de-a-a-z/dessana/#:~:text=Os%20Dessana%20s%C3%A3o%20uma%20das,cestaria%20e%20pelas%20tradi%C3%A7%C3%B5es%20xam%C3%A2nicas Acesso em 28 mar. 2026.
CANOA ARTE INDÍGENA. Cerâmica produzida pelo povo Tukano. Instagram, 2026. 1 vídeo (1 min). Disponível em: https://www.instagram.com/reels/DJJ8jGVxPss/ Acesso em 28 mar. 2026.
PIB SOCIOAMBIENTAL. Povo Tukano. PIB Socioambiental. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tukano Acesso em 28 mar. 2026.
MONTEIRO, Sileusa Natalina Menezes; ORTOLAN, Maria Helena. No Alto Rio Negro, contar história de vida de mulheres que fazem cerâmica é reconhecer o protagonismo etnopolítico feminino. Associação Brasileira de Antropologia, 2024. Disponível em: https://www.abant.org.br/files/34rba_522_10678463_241479.pdf Acesso em 28 mar. 2026.
CANOA ARTE INDÍGENA. Cerâmica Tukano. Facebook, 2023. 1 vídeo (15 seg). Disponível em: https://web.facebook.com/watch/?v=393289013014027 Acesso em 28 mar. 2026.
GUSMÃO, Omar. As Mulheres do Alto Rio Negro em Foco. A Crítica, AM, 05 de março de 2022. Disponível em: https://documentacao.socioambiental.org/noticias/anexo_noticia/19972_20110530_112437.pdf Acesso em 28 mar. 2026.
RÁDIO RIO MAR FM. Artesã indígena da etnia Tuyuka vai participar da maior feira de artesanato da América Latina. Rádio Rio Mar FM, 20 de novembro de 2024. Disponível em: https://radioriomarfm.com.br/artesa-indigena-da-etnia-tuyuka-vai-participar-da-maior-feira-de-artesanato-da-america-latina/ Acesso em 28 mar. 2026.
BLOG DO HIEL LEVY. Artesã do Alto Rio Negro expõe em Bogotá. Blog do Hiel Levy, 20 de novembro de 2024. Disponível em: https://blogdohiellevy.com.br/artesa-indigena-do-alto-rio-negro-vai-expor-seus-trabalhos-na-maior-feira-de-artesanato-da-america-latina-em-bogota/ Acesso em 28 mar. 2026.
MULHERES INDÍGENAS AMARN. Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro. Instagram. Disponível em: https://www.instagram.com/mulheresindigenas.amiarn/ Acesso em 28 mar. 2026.
MULHERES SOCIALISTAS. Empreendedorismo indígena: ações ajudam a gerar renda e empoderar mulheres. Mulheres Socialistas. Disponível em: https://www.mulheressocialistas.org.br/empreendedorismo-indigena-acoes-ajudam-a-gerar-renda-e-empoderar-mulheres/ Acesso em 28 mar. 2026.
HUMANOS ARTE MANUAL. Cestaria do povo Baniwa. Instagram. Disponível em: https://www.instagram.com/reels/DU-lGgAkepX/ Acesso em 28 mar. 2026.
CORRÊA, Gabriel. Capacitação amplia renda de artesãos indígenas no Alto Rio Negro. Agência Brasil, 07 de janeiro de 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-01/capacitacao-amplia-renda-de-artesaos-indigenas-no-alto-rio-negro https://www.mulheressocialistas.org.br/empreendedorismo-indigena-acoes-ajudam-a-gerar-renda-e-empoderar-mulheres/ Acesso em 28 mar. 2026.
TUCUM Brasil. Resgate, força e beleza nas cerâmicas do Alto Rio Negro. Tucum Brasil, 15 de janeiro de 2015. Disponível em: https://tucumbrasil.com/blogs/fazeres-ancestrais/resgate-forca-e-beleza-nas-ceramicas-do-alto-rio-negro?srsltid=AfmBOooruy1f_EveheSvOAwdediyPNOZb2Zsz9BK3p3qh_6WJl-ByQ9G Acesso em 28 mar. 2026.
SOUZA, Rafaela. Associação de mulheres indígenas preserva tradição ancestral e gera renda com artesanato no Amazonas. Revista PEGN, 16 de abril de 2025. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/mulheres-empreendedoras/noticia/2025/04/associacao-de-mulheres-indigenas-preserva-tradicao-ancestral-e-gera-renda-com-artesanato-no-amazonas.ghtml Acesso em 28 mar. 2026.
UEMA. Associações indígenas na cidade de Manaus. UEMA. Disponível em: https://www.ppgcspa.uema.br/wp-content/uploads/2017/10/24-Associacoes-Indigenas-Cidade-Manaus.pdf Acesso em 28 mar. 2026.
AMARN. Empoderando Mulheres Indígenas, transformando vidas. AMARN. Disponível em: https://amarn.org/#:~:text=Empoderando%20Mulheres%20Ind%C3%ADgenas%2C%20Transformando%20Vidas,suas%20ricas%20tradi%C3%A7%C3%B5es%20e%20culturas. Acesso em 28 mar. 2026.
FERNANDES, Jane. Organizações de mulheres indígenas se multiplicam pelo país. AZMINA, 12 de agosto de 2025. Disponível em: https://azmina.com.br/reportagens/organizacoes-de-mulheres-indigenas-se-multiplicam-pelo-pais/ Acesso em 28 mar. 2026.
EM TEMPO. Peças criadas por artesãs indígenas da Amazônia brilham em desfiles do estilista Maurício Duarte em Nova York e Milão. Em Tempo, 11 de outubro de 2024. Disponível em: https://emtempo.com.br/342020/geral/pecas-criadas-por-artesas-indigenas-da-amazonia-brilham-em-desfiles-do-estilista-mauricio-duarte-em-nova-york-e-milao/#:~:text=moda%20atualmente.%20As%20pe%C3%A7as%20foram%20confeccionadas%20por,(AMIARN)%20e%20Associa%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Artes%C3%A3os%20Ind%C3%ADgenas%20de Acesso em 28 mar.2026.
AMAZONAS ATUAL. Artesãs indígenas do AM levam moda para Nova York e Milão. Amazonas Atual, 11 de outubro de 2024. Disponível em: https://amazonasatual.com.br/artesas-indigenas-do-am-levam-moda-para-desfiles-em-nova-york-e-milao/ Acesso em 28 mar. 2026.
SANTOS, Aurelina Viana dos; FIGUEIRA, José Max Dias. Fibras vegetais para artesanato – técnicas de produção de fibras de Arumã, Cipó ambé e Tucumã. Fundação Vitória Amazônica. Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/l4d00067.pdf Acesso em 28 mar. 2026.
HAMDAN, Ana Amélia. Resistência e solidariedade: o legado de Deolinda Prado, guardiã das mulheres indígenas. Instituto Socioambiental, 19 de junho de 2023. Disponível em: https://www.socioambiental.org/noticias-socioambientais/resistencia-e-solidariedade-o-legado-de-deolinda-prado-guardia-das#:~:text=A%20AMARN%2C%20uma%20das%20primeiras,Senhora%20Aparecida%2C%20no%20bairro%20Tarum%C3%A3. Acesso em 28 mar. 2026
Arte Baniwa. Cestaria de arumã. Arte Baniwa. Disponível em: https://www.artebaniwa.org.br/aruma2.html Acesso em 28 mar.2026.
Imagem da internet: AMARN. Foto: Divulgação / @numiakura Instagram (2025). Disponível em: https://www.instagram.com/p/C-p2mndOn9i/?img_index=4. Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Encontro com artesãs indígenas na AMARN. AMARN, 2025. Disponível em: https://amarn.org/projetos/ Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Assembleia da Associação de Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/mulheres-empreendedoras/noticia/2025/04/associacao-de-mulheres-indigenas-preserva-tradicao-ancestral-e-gera-renda-com-artesanato-no-amazonas.ghtml Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Artesã durante oficina de artesanato. AMARN, 2024. Disponível em: https://amarn.org/oficinas-resgatam-tradicao-do-grafismo-e-tecume-de-aruma-e-tucum-em-artesanatos-de-mulheres-indigenas/ Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Confecção das microtranças. Vogue Globo, 2019. Disponível em: https://vogue.globo.com/moda/noticia/2019/10/neriage-colabora-com-associacao-de-artesas-indigenas-da-amazonia.ghtml Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Cesto criado a partir da técnica do trançado de fibra de tucum pelas artesãs da AMARN. Casa Vogue Globo, 2012. Disponível em: https://casavogue.globo.com/Design/Feiras/noticia/2022/09/artesanato-da-amazonia-e-destaque-de-festival-em-sao-paul.html Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Cestaria Urutu – Arte Baniwa. Etnias Mundi, 2026. Disponível em: https://www.etniasmundi.com/products/cestaria-urutu-12cms-1?srsltid=AfmBOopIQAtNrJvKSvvfTF8nzZVyKFrvIU-YWGrTYpIwyX11E1VXulWr Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Artesã trançando talas de arumã. Disponível em: https://www.artebaniwa.org.br/aruma2.html?item=2. Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Panela de cerâmico com tampa Tukano. Foto: Divulgação / Projeto Terra, 2025. Disponível em: https://projetoterra.org.br/produtos/panela-com-tampa-tukano-no-01-24-x-19-x-18-cm/?srsltid=AfmBOoqZxGY-XRK7Se085-Q8N1TU3RbSlrAmBYNwKTWIPlQiAcRS8i1r Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Ceramista preparando a argila para a modelagem. Brasil Mongabay, 2024. Disponível em: https://brasil.mongabay.com/2024/12/ceramica-tukano-da-pistas-sobre-o-manejo-da-floresta-amazonica/ Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Artesã durante manejo de arumã. Fundação Vitória Amazônica, 2026. Disponível em: https://www.fva.org.br/curso-resgata-pratica-do-manejo-de-aruma-em-novo-airao-am/ Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Madalena Cardoso, da etnia Tuyuka. Foto: divulgação / AMARN.ORG . Disponível em: https://amarn.org/artesa-indigena-ganha-visibilidade-internacional-e-vai-expor-seus-trabalhos-na-maior-feira-de-artesanato-da-america-latina/. Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Peças em fibra de tucum. Disponível em: https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/noticias/artesa-indigena-ganha-visibilidade-internacional-e-vai-expor-seus-trabalhos-na-maior-feira-de-artesanato-da-america-latina/. Acesso em 28 mar.2026
Imagem da internet: Cesto criado a partir da técnica do trançado de fibra de tucum pelas artesãs da AMARN. Disponível em: https://casavogue.globo.com/Design/Feiras/noticia/2022/09/artesanato-da-amazonia-e-destaque-de-festival-em-sao-paul.html. Acesso em 28 mar. 2026
Imagem da internet: Modelos desfilando com peças de fibras de tucum. Em Tempo, 2024. Disponível em: https://emtempo.com.br/342020/geral/pecas-criadas-por-artesas-indigenas-da-amazonia-brilham-em-desfiles-do-estilista-mauricio-duarte-em-nova-york-e-milao/#:~:text=moda%20atualmente.%20As%20pe%C3%A7as%20foram%20confeccionadas%20por,(AMIARN)%20e%20Associa%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Artes%C3%A3os%20Ind%C3%ADgenas%20de Acesso em 08 abr.2026