
As férias no CRAB – Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro serão ainda mais divertidas! Em janeiro, teremos a Oficina Tintintins de Bonecos Extraordinários, uma experiência lúdica e criativa desenvolvida pela artista Graziella Poffo, da empresa Amo.Tintintins. A oficina é gratuita, indicadas para crianças de 4 a 12 anos, e vão acontecer no dia 24 de janeiro, em turmas às 11h e 14h30. Os participantes receberão materiais especiais e orientação para dar vida a bonecos únicos, explorando a imaginação e o universo do faz de conta. Venha soltar a imaginação nas oficinas de Bonecos Extraordinários, criadas pela artista Graziella Poffo (Amo.Tintintins). Atividade gratuita para crianças de 4 a 12 anos, com materiais inclusos e muita criatividade! CRAB – Praça Tiradentes, Centro do Rio Dia 24 de janeiro Das 11h e 14h30 -> Inscrições gratuitas aqui pelo Sympla IMPORTANTE: Cada inscrição deverá conter os dados da criança e do responsável que irá acompanhar. Inscrições incompletas serão desconsideradas. Cada menor de idade deve estar acomapanhado de um responsável! Qualquer dúvida, nos mande uma mensagem pelo nosso instagram: instagram.com/crabsebrae

# Um mergulho sensorial no Brasil feito à mão _Imagem: Rossana Fraga/Sebrae Rio_ Mais de 260 peças artesanais, criadas por 65 mestres e artesãos, revelam a força da natureza e da criatividade brasileira na exposição Mata Viva, que abre suas portas no CRAB – Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro no dia 17 de julho. A entrada é gratuita. De norte a sul, os biomas ganham forma em madeira, palha, sementes e argila. Da Amazônia à Mata Atlântica, do Pantanal ao Cerrado, da Caatinga ao Pampa: cada peça é um convite para sentir o Brasil em sua diversidade. 🌎✨ ## O percurso • Oito salas com obras que unem tradição e reinvenção. • Cenários de 2mil m², criados por artistas das escolas de samba do Rio, recriam paisagens dos biomas. • Um grande mapa bordado pelas mãos das bordadeiras do Morro da Providência costura memórias e territórios. Entre os destaques, nomes que são referência no artesanato nacional: Antônio de Dedé (AL), Conceição dos Bugres (MS), Véio (SE), Zé Bezerra (PE), Artur Pereira (MG), entre outros mestres que transformam matéria-prima em poesia visual. ## A experiência _Imagem: Rossana Fraga/Sebrae Rio_ O visitante é envolvido por sons de rios e animais, enquanto descobre objetos que retratam o mundo vegetal, os seres humanizados e a arte popular. “É a arte e a natureza do País unidas pela criatividade de nossos artesãos”, resume o curador Jair de Souza, ao lado de Jorge Mendes. Para o CRAB, o objetivo é claro: encantar o público com o melhor do artesanato brasileiro e reforçar a importância da preservação da nossa natureza. 🌱💚 ## Sobre o CRAB Desde 2008, o CRAB ocupa um prédio histórico na Praça Tiradentes, no Centro do Rio de Janeiro, como espaço vivo de celebração do artesanato. Já recebeu 37 grandes exposições, mantém um acervo de cerca de 2 mil obras e promove programas educativos e visitas guiadas. O complexo arquitetônico, tombado e premiado, integra o Corredor Cultural do Rio Antigo e reafirma o compromisso do CRAB: valorizar o feito à mão e conectar os diferentes Brasis.

# A arte do Pantanal sul-mato-grossense O artesanato sul-mato-grossense ganha destaque nacional com a mostra Curvas Pantaneiras, que abre no CRAB – Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro, no Rio de Janeiro, a partir de 13 de novembro. A entrada é gratuita. Inspirada nas formas sinuosas do Pantanal, a exposição convida o público a mergulhar nos saberes e tradições que moldam a identidade pantaneira. Em cerâmica, madeira, fibras, tecidos e papel machê, cada peça traduz a convivência harmônica entre o povo e a natureza. 🌿✨ O percurso - Obras de mestres e artesãos como Enilson Rosano de Campos, Sarah Caires, Claudia Medeiros, Davi e Ana Lúcia Nazário, entre outros talentos que representam diferentes regiões do estado. - Peças que retratam fauna, flora e a profunda conexão do pantaneiro com sua terra e suas águas. - Uma experiência imersiva que revela histórias de vida, saberes ancestrais e a força criativa do Mato Grosso do Sul. “É um convite para que o público carioca e visitantes de todo o Brasil e do mundo conheçam e se encantem com a originalidade e a expressão autêntica do artesanato sul-mato-grossense”, destaca a curadora Buga Peralta. A experiência Mais do que técnica e beleza, o visitante encontrará histórias bordadas na memória e a relação íntima entre o povo pantaneiro e sua natureza. “O CRAB traz para o público essa linda exposição dedicada à arte e à alma do Pantanal. Vocês verão saberes ancestrais transformados em oportunidade e renda para artesãos e artesãs”, afirma Sergio Malta, diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio. Para o Sebrae/MS, a mostra reafirma o papel da economia criativa como vetor de desenvolvimento e inclusão produtiva. “É por meio do artesanato que mostramos ao Brasil e ao mundo a sensibilidade e a força das mãos pantaneiras”, reforça Sandra Amarilha, diretora técnica do Sebrae/MS. Sobre o CRAB Desde 2008, o CRAB ocupa três prédios históricos na Praça Tiradentes, no Centro do Rio de Janeiro, como espaço vivo de celebração do artesanato. Já recebeu 38 grandes exposições, mantém um acervo de cerca de 2 mil obras e promove programas educativos e visitas guiadas. O complexo arquitetônico, tombado e premiado, integra o Corredor Cultural do Rio Antigo e reafirma o compromisso do CRAB: valorizar o feito à mão e conectar os diferentes Brasis.

#Venha celebrar o Dia do Artesão conosco nos dias 24 e 25 de março! Será uma oportunidade única para prestigiar a abertura institucional, assistir palestras inspiradoras e participar de painéis sobre temas importantes como economia circular e o estudo econômico "Artesanato no Brasil". O evento reunirá especialistas, homenagens e experiências enriquecedoras, tornando cada momento especial para quem valoriza o artesanato brasileiro. Não perca essa chance de se conectar com a comunidade artesanal e ampliar seus conhecimentos! ##Resumo da programação: **Terça-feira, 24 de março** 9h30 | Abertura institucional 10h30 | Palestra com Lufe Gomes 14h | Palestra: Estudo econômico “Artesanato no Brasil” 15h15 | Painel: Do Festival ao Futuro - Parintins Criativo: experiência de economia circular no artesanato 17h | Lançamento 6ª Edição Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato 17h30 | Coquetel de confraternização **Quarta-feira, 25 de março** 9h30 | Lançamento novo Portal do CRAB 10h15 | Palestra: Comportamento do Consumidor de artesanato no Brasil 11h30 | Palestra: Cartilha ABC do Artesanato Circular 14h | Painel Artesanato, Educação e Território em Diálogo 15h30 | Painel: Momento Artesão – inovação e tradição
As férias no CRAB – Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro serão ainda mais divertidas! Em janeiro, teremos a Oficina Tintintins de Bonecos Extraordinários, uma experiência lúdica e criativa desenvolvida pela artista Graziella Poffo, da empresa Amo.Tintintins. A oficina é gratuita, indicadas para crianças de 4 a 12 anos, e vão acontecer no dia 24 de janeiro, em turmas às 11h e 14h30. Os participantes receberão materiais especiais e orientação para dar vida a bonecos únicos, explorando a imaginação e o universo do faz de conta. Venha soltar a imaginação nas oficinas de Bonecos Extraordinários, criadas pela artista Graziella Poffo (Amo.Tintintins). Atividade gratuita para crianças de 4 a 12 anos, com materiais inclusos e muita criatividade! CRAB – Praça Tiradentes, Centro do Rio Dia 24 de janeiro Das 11h e 14h30 Inscrições gratuitas aqui pelo Sympla IMPORTANTE: Cada inscrição deverá conter os dados da criança e do responsável que irá acompanhar. Inscrições incompletas serão desconsideradas. Cada menor de idade deve estar acomapanhado de um responsável! Qualquer dúvida, nos mande uma mensagem pelo nosso instagram: instagram.com/crabsebrae
1 minuto de leituraO barro que guarda memórias A exposição Dona Izabel: 100 anos da Mestra do Vale do Jequitinhonha celebrou o centenário de uma das maiores referências da arte popular brasileira. Ao reunir cerca de 300 obras da mestra artesã mineira, o CRAB apresentou ao público um mergulho profundo em uma trajetória marcada pela invenção, pela autonomia criativa e pela transformação do cotidiano em arte. As famosas bonecas moringa, esculturas e utensílios revelaram um fazer artesanal que nasce da observação da vida, do território e da relação íntima com o barro, matéria prima abundante e simbólica do Vale do Jequitinhonha. A mostra destacou Dona Izabel como mulher, artista e mestra que moldou não apenas objetos, mas identidades e caminhos para gerações de artesãs. Um percurso entre território, técnica e invenção Distribuída em oito salas, a exposição construiu um percurso que apresentou a evolução da obra de Dona Izabel em diálogo com o território onde viveu e criou. As salas organizaram as peças de forma a evidenciar técnicas, formas, escalas e usos, permitindo compreender como utensílios domésticos se transformaram em esculturas de forte potência simbólica. O visitante percorreu ambientes que conectaram a infância da mestra, o aprendizado com a mãe paneleira, a consolidação de sua linguagem autoral e o reconhecimento nacional e internacional de sua obra. A disposição das peças valorizou o gesto manual, os pigmentos naturais, as ferramentas simples e o rigor técnico presentes em cada criação. Encontro com uma mestra e seu legado A experiência da mostra foi marcada pela aproximação sensível entre público e obra. Mais do que uma retrospectiva, a exposição promoveu um encontro com a memória viva do artesanato brasileiro, despertando reconhecimento, afeto e respeito pelos saberes tradicionais. Ao homenagear Dona Izabel, o CRAB reafirmou o papel das mestras artesãs na preservação cultural, na geração de renda e na construção de futuros possíveis para o fazer artesanal. A mostra permaneceu como um registro histórico e afetivo, fortalecendo o artesanato como patrimônio cultural e expressão viva da identidade brasileira.
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Um mergulho no universo simbólico de Alagoas A mostra Das Lagoas ao Imaginário Popular convidou o público a um mergulho no artesanato alagoano por meio de narrativas afetivas, memórias coletivas e expressões do imaginário popular. As obras apresentaram o artesanato como criação cultural enraizada no território, revelando formas, cores e símbolos que atravessam gerações e constroem identidades. Entre arte, coleção e território O percurso expositivo foi organizado em quatro espaços que conduziram o visitante pela cultura de Alagoas. Obras de artesãos da Ilha do Ferro, Lagoa da Canoa e Capela revelaram técnicas como entalhe em madeira, cerâmica, bordado filé e pintura. Peças do acervo do CRAB dialogaram com a coleção apresentada, compondo uma narrativa que conectou arte, território e saber manual. Encantamento, memória e continuidade A experiência da mostra despertou encantamento e pertencimento, reforçando o reconhecimento do artesanato alagoano como expressão estética, histórica e identitária. Das Lagoas ao Imaginário Popular reafirmou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a valorização dos saberes artesanais brasileiros, mantendo viva a memória e projetando seus sentidos para o futuro.
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Fios, caminhos e encontros A mostra Travessias Artesanais apresentou a riqueza dos saberes tradicionais do Ceará por meio das técnicas do tecer e do trançar. O artesanato foi apresentado como linguagem em movimento, capaz de conectar tradição e contemporaneidade, território e criação. As obras revelaram gestos, histórias e modos de viver, evidenciando a força coletiva das artesãs envolvidas e a vitalidade do fazer manual cearense. Mapear o fazer, revelar processos O percurso expositivo reuniu produções de artesãs de seis cidades do Ceará, destacando técnicas como renda, crochê, filé, labirinto e trançados em fibras naturais. As salas apresentaram não apenas as peças finalizadas, mas também processos, ferramentas, registros audiovisuais e instrumentos de trabalho. A disposição dos núcleos permitiu compreender o caminho da criação e o diálogo estabelecido entre artesãs e designers colaboradores. Aproximação e reconhecimento A experiência proposta por Travessias Artesanais promoveu a aproximação entre públicos e territórios, ampliando o reconhecimento dos saberes artesanais cearenses. A exposição reafirmou o papel do CRAB como espaço de valorização, difusão e fortalecimento do artesanato brasileiro, conectando tradição, inovação e visibilidade para quem faz à mão.
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A criação nasce do cotidiano A exposição Solo Criativo apresentou um recorte sensível do artesanato brasileiro a partir das histórias de vida, dos gestos e dos universos criativos de artesãos e artesãs de diferentes regiões do país. Mais do que destacar obras, a mostra aproximou o público das pessoas por trás do fazer, revelando rotinas, afetos, rituais e escolhas que transformam matéria em expressão cultural. O artesanato apareceu como linguagem viva, construída no encontro entre técnica, território e experiência pessoal. Um percurso entre técnica e intimidade O percurso expositivo ocupou três salas do CRAB, organizadas de forma narrativa. Na primeira, o visitante teve contato com a diversidade da produção artesanal brasileira, reconhecendo técnicas, matérias primas e territórios. A segunda sala aprofundou os processos de criação, com destaque para entalhe em madeira, cerâmica e trançados em fibras vegetais. Já a terceira sala criou um espaço de aproximação íntima, conectando o público às histórias pessoais, aos ambientes de trabalho e aos objetos afetivos dos artesãos homenageados. Encontro, escuta e permanência A experiência em Solo Criativo convidou à escuta atenta e à contemplação. Ao revelar o artesanato como conhecimento, memória e identidade, a exposição reforçou o compromisso do CRAB com a valorização do fazer artesanal como patrimônio cultural, fonte de renda e potência criativa. A mostra permaneceu como registro afetivo e reconhecimento da diversidade que sustenta o artesanato brasileiro no presente e no futuro.
2 minutos de leituraQuando o samba encontra as mãos A exposição Artesania Ancestral nos 95 anos de Mangueira celebrou a história da escola de samba a partir do olhar de quem constrói, costura, entalha e dá forma ao espetáculo. A mostra destacou o trabalho artesanal da comunidade mangueirense, revelando os saberes, as técnicas e os gestos que sustentam a criação dos desfiles e fazem do carnaval uma das maiores expressões culturais do país. O fazer por trás da festa Distribuída em oito ambientes, a exposição apresentou um percurso que conectou memória, território e criação. O visitante conheceu oficinas, objetos, adereços, esculturas, elementos da arte plumária e referências afro brasileiras que compõem o universo simbólico da Mangueira. A organização espacial permitiu compreender o carnaval como resultado de um trabalho coletivo, contínuo e profundamente artesanal. Experiência de reconhecimento coletivo Mais do que uma celebração comemorativa, a mostra proporcionou uma experiência de reconhecimento. O público foi convidado a enxergar o carnaval para além do desfile, valorizando os artesãos e artesãs como protagonistas desse processo criativo. Artesania Ancestral reafirmou o artesanato como fundamento da cultura popular brasileira e como força que atravessa gerações, territórios e identidades.
1 minuto de leituraQuando o mangue vira criação A mostra Mangue e Beats levou ao CRAB um mergulho na força criativa de Pernambuco, inspirada no movimento manguebeat e em sua capacidade de unir tradição, arte e inovação. A exposição apresentou o artesanato como linguagem contemporânea, conectada à música, à moda, às artes visuais e ao território recifense. As obras revelaram como o mangue, enquanto solo simbólico e cultural, nutre criações que misturam ancestralidade, identidade urbana e expressão autoral. Espaços de diálogo entre tradição e inovação O percurso expositivo foi distribuído em ambientes que articularam fotografia, painéis, vídeos, moda autoral e objetos artesanais. As salas criaram diálogos entre técnicas tradicionais e linguagens contemporâneas, destacando processos criativos e a diversidade de materiais e formas. A disposição das obras favoreceu conexões entre passado e presente, mostrando como o artesanato pernambucano se reinventa sem perder suas raízes. Uma vivência pulsante e contemporânea A experiência de Mangue e Beats foi marcada pela energia, pela sonoridade e pela potência criativa do território. O público viveu uma imersão que revelou o artesanato como ferramenta de expressão cultural, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico. A mostra reforçou o compromisso do CRAB em valorizar o artesanato brasileiro em suas múltiplas linguagens, reconhecendo o como patrimônio vivo, contemporâneo e em constante transformação.
1 minuto de leituraSaberes que atravessam o tempo A exposição Bens Imateriais reuniu objetos, narrativas e práticas associadas a bens culturais reconhecidos como patrimônio do Brasil. A mostra destacou o artesanato como expressão viva de saberes coletivos, conectando modos de fazer, festas, rituais e territórios que carregam memória, identidade e continuidade cultural. Percurso entre objetos e histórias O percurso expositivo apresentou peças vinculadas a diferentes bens culturais registrados, como rendas, cerâmicas, cuias, tecidos e objetos rituais. A disposição valorizou o contexto de origem de cada criação, aproximando o visitante das comunidades e dos processos que sustentam esses saberes. Cada núcleo funcionou como um ponto de escuta, onde objeto e narrativa caminharam juntos. Experiência de pertencimento e legado A experiência da mostra convidou à reflexão sobre preservação, transmissão e valorização dos saberes tradicionais. Bens Imateriais reforçou o papel do artesanato na economia criativa e na manutenção das identidades culturais brasileiras, reafirmando o compromisso do CRAB com a difusão de um patrimônio que não se encerra no passado, mas segue em constante transformação.
1 minuto de leituraA fé que se sente com os cinco sentidos A mostra Pará Sentir Fé apresentou ao público a relação profunda entre espiritualidade, cotidiano e fazer artesanal no território paraense. A exposição reuniu obras que traduziram a fé como experiência sensorial e cultural, conectando crenças, celebrações e modos de viver por meio da cerâmica, das fibras vegetais, da madeira, da borracha e das sementes. O artesanato apareceu como linguagem viva, capaz de narrar histórias coletivas, expressar devoções e revelar a identidade de um povo que transforma fé em gesto, matéria e criação. Um percurso guiado pelos sentidos O percurso expositivo foi organizado como uma travessia sensorial. As salas convidaram o visitante a experimentar a fé paraense por meio do paladar, da audição, da visão, do olfato e do tato. Objetos artesanais dialogaram com sons, imagens, aromas e referências gastronômicas, criando um ambiente imersivo e envolvente. A disposição das obras valorizou contextos de uso, territórios e processos de criação, aproximando o público das comunidades artesãs e de seus saberes ancestrais. Experiência de pertencimento e devoção A experiência de Pará Sentir Fé despertou encantamento, reconhecimento e pertencimento. Ao caminhar pela exposição, o público percebeu o artesanato como expressão espiritual, cultural e econômica, profundamente ligada à vida cotidiana. A mostra reafirmou o papel do CRAB como espaço de escuta e valorização dos saberes tradicionais, mantendo viva a memória cultural e ampliando o entendimento sobre a potência do artesanato brasileiro.
2 minutos de leituraA canoa como símbolo e caminho A ocupação Trama Canoê teve como inspiração a canoa, símbolo central da cultura indígena e ribeirinha amazônica. A mostra apresentou objetos do cotidiano feitos com matérias primas da floresta, revelando a canoa como metáfora de deslocamento, conexão e criação coletiva. Entre rios, tramas e objetos O percurso reuniu cestos, remos, redes, cerâmicas e utensílios produzidos por comunidades amazônicas. As peças foram organizadas de modo a evidenciar técnicas, grafismos e processos de criação ligados ao cotidiano e à ancestralidade indígena. Imersão sensível na Amazônia A experiência proporcionou uma imersão na cultura material amazônica, aproximando o público das histórias, territórios e modos de viver da região. A ocupação reafirmou o compromisso do CRAB com a valorização dos saberes indígenas e ribeirinhos.
1 minuto de leituraDo sertão ao litoral A ocupação Paraíba, um estado de artesanato apresentou um panorama do artesanato paraibano, convidando o público a percorrer o estado do sertão ao litoral. A mostra destacou a diversidade de técnicas, materiais e expressões culturais que compõem o imaginário artesanal da Paraíba. Percurso de territórios e saberes O percurso organizou as peças de forma a criar conexões entre territórios, festas e modos de fazer. Cerâmicas, rendas, trançados e objetos utilitários dialogaram em uma narrativa que valorizou pessoas, histórias e identidades locais. Conexão e projeção A experiência reforçou o artesanato como elo entre cultura, turismo e economia criativa. A ocupação ampliou a visibilidade do artesanato paraibano e reafirmou o CRAB como plataforma de reconhecimento dos saberes artesanais brasileiros.
1 minuto de leituraO gesto de sentar como cultura A exposição Sente se, a coleção BEĨ em diálogo apresentou um conjunto expressivo de bancos indígenas, colocando em evidência esse artefato fundamental da cultura dos povos originários. A mostra propôs um diálogo entre obras de artistas indígenas e criações de designers, revelando conexões entre territórios, tempos e linguagens criativas. Diálogos entre forma, uso e território O percurso expositivo destacou a diversidade de formas, usos e significados dos bancos esculpidos em madeira. As peças foram organizadas para evidenciar a relação entre função, estética e identidade cultural, aproximando o visitante dos contextos rituais e cotidianos desses objetos. Escuta, respeito e reconhecimento A experiência convidou o público a perceber o artesanato indígena como expressão de conhecimento, pertencimento e continuidade cultural. A mostra reafirmou o papel do CRAB na valorização dos saberes originários e na ampliação de seu reconhecimento no Brasil.
1 minuto de leituraUma casa feita de territórios A ocupação Casa do Brasil Central – do Cerrado ao Pantanal apresentou um retrato do artesanato das regiões Centro Oeste, revelando a relação entre natureza, modos de vida e criação artesanal. A exposição convidou o público a percorrer uma casa simbólica construída a partir de objetos, saberes e territórios. Percurso pelos cômodos do bioma O percurso foi organizado em ambientes que evocaram espaços domésticos, como quartos e cozinhas. Tecidos, bordados, cerâmicas, cestos e utensílios dialogaram com imagens e vídeos, criando uma narrativa imersiva sobre o Cerrado e o Pantanal. Vivência e continuidade A experiência aproximou o visitante dos saberes artesanais da região, reforçando o artesanato como expressão cultural e oportunidade de desenvolvimento sustentável. A ocupação fortaleceu o papel do CRAB como espaço de encontro entre territórios e públicos.
1 minuto de leituraEncantos que nascem das mãos A ocupação Pernambuco Encantado apresentou a riqueza cultural do estado por meio do artesanato, revelando como tradição e criação contemporânea se encontram nas mãos dos artesãos pernambucanos. Cerâmica, tecido, madeira, papel e palha expressaram modos de viver, criar e celebrar o território. Um percurso de mestres e criativos O percurso organizou as peças em um diálogo entre mestres artesãos e criativos contemporâneos. Objetos, imagens e sons construíram uma narrativa que destacou a diversidade de técnicas, linguagens e expressões culturais de Pernambuco. Reconhecimento e pertencimento A experiência aproximou o público dos saberes locais e reforçou o artesanato como expressão identitária e econômica. A ocupação reafirmou o CRAB como espaço de valorização e difusão das culturas artesanais brasileiras.
1 minuto de leituraUm acervo que ganha voz A mostra Acervo de Portas Abertas apresentou ao público um recorte significativo do acervo do CRAB, reunindo obras de diferentes territórios, técnicas e trajetórias do artesanato brasileiro. A exposição partiu do desejo de democratizar o acesso a esse patrimônio, transformando o acervo em espaço de encontro, escuta e reconhecimento do fazer artesanal como linguagem viva e diversa. Percurso entre obras e territórios O percurso ocupou o térreo do CRAB e organizou as peças de forma a valorizar a pluralidade de materiais, formas e narrativas. Cerâmicas, esculturas em madeira, objetos do imaginário popular e criações indígenas dialogaram em um caminho sem hierarquias, aproximando autoria, território e processo de criação. Encontro, memória e permanência A experiência convidou o público a desacelerar, observar detalhes e reconhecer o valor simbólico e cultural do artesanato. A mostra reafirmou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a ativação do acervo como memória viva do artesanato brasileiro.
1 minuto de leitura
Vitrine viva do artesanato brasileiro. Reúne peças de diferentes regiões do país, conectando mestres artesãos, novos criadores e o público em torno da diversidade de saberes, técnicas e materiais. Um espaço de descoberta e valorização do fazer manual, onde cada objeto carrega história, identidade e afeto.
Funcionamento
terça a sábado, 10h às 17h
Nossos espaços expositivos se distribuem em dois andares, onde a arquitetura histórica dialoga com a diversidade do artesanato brasileiro. Com salas mutáveis e programação contínua, acolhemos exposições, mostras e ativações, sempre dando visibilidade às culturas e aos territórios de todo o Brasil.

Sabores e saberes se encontram, num espaço que une gastronomia, formação e cultura, oferecendo ao público uma experiência acolhedora enquanto contribui para a qualificação de alunos do Senac, em diálogo com a criatividade e a brasilidade que atravessam o CRAB.
Funcionamento
terça a sábado, 11h às 15h Reservas: (21) 99774 2706
Aqui a pausa vira encontro. O espaço convida a saborear cafés, receitas e conversas em meio ao artesanato brasileiro, criando um ambiente acolhedor onde cultura, afeto e cotidiano se entrelaçam e prolongam a experiência de quem visita o CRAB.
Funcionamento
terça a sábado, 10h às 17h
Espaços modulares que se adaptam a diferentes formatos de encontro. Acolhem oficinas, formações e vivências onde a troca de experiências e o fazer coletivo fortalecem o aprendizado e celebram a diversidade do artesanato brasileir

O Auditório do CRAB é um espaço de encontros e trocas que comporta até 100 pessoas. Aqui acontecem eventos, bate-papos, seminários e conversas que ampliam o diálogo, compartilham saberes e fortalecem a valorização do artesanato brasileiro.

Espaço aberto e acolhedor para sentar, conversar e apreciar a vista da Praça Tiradentes. Ideal para pausas, encontros e registros fotográficos, convida o público a permanecer, observar o entorno histórico e prolongar a experiência no CRAB.

Instituições de ensino colocam em prática o que vivenciam nas visitas mediadas. Por meio de oficinas lúdicas, o aprendizado ganha forma, convidando estudantes a experimentar, criar e aprofundar o contato com o artesanato brasileiro de maneira sensível e participativa.
Funcionamento
Agende uma visita educativa: crab@rj.sebrae.com.br
Nossos espaços foram pensados para acolher encontros, aprendizados e vivências em torno do artesanato brasileiro. Entre áreas expositivas, educativas e de convivência, o conjunto histórico é totalmente acessível e conta com infraestrutura de apoio para pessoas com baixa mobilidade, garantindo uma experiência confortável, inclusiva e aberta a todos.

Habitamos um conjunto arquitetônico formado por três edifícios históricos, distintos em suas fachadas e integrados em seu interior: o Solar do Visconde do Rio Seco, e as antigas sedes da Real Benemérita Sociedade Caixa de Socorros D. Pedro V e do Real Centro da Colônia Portuguesa no Brasil. Restaurados com cuidado e respeito à memória, esses espaços unem história e contemporaneidade para acolher encontros, exposições e vivências do artesanato brasileiro.