
O artesanato carrega o tempo nas mãos, cada peça artesanal nasce de um entrelaçamento entre a técnica manual, o regionalismo e a criatividade de talentosas artesãs e artesãos. Carregado de linguagem e elementos da cultura local, o artesanato dialoga com seu entorno com maior facilidade pela familiaridade com a tradição. Porém, para alcançar novos públicos, é necessário buscar novos canais e espaço. Por isso, a presença digital do artesanato é um caminho para novas conexões, ao mesmo tempo que deve assegurar que seja introduzida no ambiente virtual com o mesmo zelo que precede o fazer manual.
A internet pode atuar como uma ferramenta estratégica e ampliar a circulação do artesanato, fortalecendo sua visibilidade e impulsionando suas vendas. Para isso, é fundamental que os artesãos se preparem para esse ambiente digital de forma consciente, sem abrir mão da identidade e dos valores que sustentam o fazer manual. Neste artigo, serão apresentados caminhos e reflexões que oferecem um panorama consistente e orientações práticas para quem deseja embarcar nessa jornada e adentrar no universo digital, articulando talento e tecnologia com equilíbrio.
A presença digital no artesanato exige cuidado, tempo e atenção

O ambiente digital opera em uma lógica de velocidade, visibilidade constante e atualização contínua, enquanto o fazer artesanal se ancora no tempo mais alongado, no manuseio cuidadoso dos materiais e na relação direta entre pessoas. Quando essas duas dimensões se encontram sem reflexão, o risco é transformar o artesanato em conteúdo esvaziado de contexto ou sem estratégia com o público-alvo. Por outro lado, quando esse encontro é feito com consciência, o digital pode se tornar um veículo potente de valorização e disseminação.
A presença digital funciona como um meio de comunicação e mediação, capaz de traduzir processos, demonstrar as habilidades artesanais e ilustrar saberes que muitas vezes não são compreendidos por quem está distante do território onde as peças são produzidas, das técnicas utilizadas e da cultura que sustenta o fazer manual. Esses valores dificilmente se expressam em imagens rápidas ou superficiais, mas podem ser construídos no ambiente digital por meio de narrativas em fotos e material audiovisual feitos com atenção, clareza e propósito.
O que significa presença digital para o artesão?
Para o artesão, estar presente digitalmente não significa aderir a todas as tendências de marketing, dominar ferramentas complexas ou produzir conteúdo diariamente. Não se trata de empreender uma caçada por milhares de likes e visualizações. Antes de tudo, significa ocupar o espaço digital, pois a internet é a maior fonte de informação atual, como em outros momentos já foram o rádio e a televisão. De forma coerente com sua realidade, seus limites e seu modo de vida, é possível criar esse espaço de contato com possíveis consumidores. O desafio está em construir uma comunicação que não viole o ritmo do trabalho manual nem transforme o artesão em refém de métricas, algoritmos ou expectativas externas.
Quando se fala em presença digital, o que está em jogo é a forma como o artesão se apresenta e se relaciona no ambiente online. Isso inclui redes sociais, sites institucionais, plataformas de comercialização, entrevistas, matérias e registros audiovisuais. É nesse conjunto que se constrói uma imagem pública marcante, alinhavada por contexto, história e processo criativo.
Por que investir na presença digital é uma aposta certa? Vantagens estratégicas e caminhos emergentes:

A presença digital do artesanato brasileiro é um pilar estratégico para o fortalecimento econômico do setor. Ao conectar consumidores de diferentes regiões do país e do mundo, o ambiente digital desempenha um papel importante, contribuindo significativamente na geração de renda e na ampliação de mercados. Em 2026, algumas tendências vêm moldando este cenário e seus efeitos no setor de artesanato já podem ser percebidos:
- Negócios digitais: o encontro entre o fazer manual e as ferramentas tecnológicas, que inclui a venda de objetos artesanais em ambientes online e o uso de recursos visuais e interativos para apresentação das peças, tornam o e-commerce (comércio virtual) uma realidade atrativa dentro do universo do artesanato, seja com o uso de plataformas específicas do segmento ou mesmo vendas através das redes sociais como WhatsApp e Instagram.
- Redes sociais como vitrines narrativas: plataformas como Instagram, TikTok e WhatsApp assumem um papel de destaque devido às suas funcionalidades e recursos online. Estratégias como transmissões ao vivo, mostrando as etapas da produção artesanal contribuem para aproximar o público do fazer artesanal.
Além dos indicadores econômicos positivos, iniciativas de capacitação têm desempenhado um papel relevante no fortalecimento do artesanato brasileiro. O Sebrae, em parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro, lançou a Trilha do Artesão Empreendedor com o objetivo de apoiar o desenvolvimento do setor e ampliar as competências de quem vive do fazer manual. A proposta oferece formação gratuita on-line, abordando temas como gestão do pequeno negócio, uso do marketing digital, controle financeiro e acesso ao microcrédito, entre outros conteúdos fundamentais para a sustentabilidade da atividade.
O Artesão Empreendedor, níveis 1 e 2, está disponível na plataforma de cursos do Sebrae, ampliando o acesso à qualificação em todo o país. Para realizar inscrições e obter maiores informações sobre os cursos gratuitos, clique aqui e conheça este programa de capacitação.
Artesãos e coletivos com presença digital alinhada ao fazer artesanal
Há exemplos consistentes de artesãos e coletivos que vêm construindo essa presença de maneira alinhada ao fazer artesanal. O Mestre Espedito Seleiro, referência do couro no Ceará, mantém uma comunicação digital que reforça sua trajetória, sua relação com o território e a transmissão do saber.. O designer e pesquisador Renato Imbroisi, que atua há décadas junto a comunidades artesãs em diversas regiões do Brasil, utiliza o digital como ferramenta de documentação, educação e valorização dos processos, sempre contextualizando as peças e os grupos envolvidos.
Entre os coletivos, se destacam iniciativas como o A Gente Transforma, que trabalha com artesanato a partir de resíduos sólidos, demarcando uma presença digital que equilibra impacto visual, narrativa socioambiental e transparência de processos. O Coletivo Mãos de Minas, ligado a artesãos do Vale do Jequitinhonha, utiliza seus canais para evidenciar o tempo de produção e o manuseio de objetos artesanais feitos com barro, a força das mulheres artesãs e a dimensão cultural das peças.
Esses coletivos mostram que a presença digital não precisa ser ruidosa para ser relevante. Precisa ser coerente, consistente e honesta. A seguir, conheça exemplos de artesãos bem sucedidos no ambiente digital, que construíram essa presença respeitando sua realidade, seu tempo e seu fazer:
Mestre Espedito Seleiro

Mestre Espedito Veloso de Carvalho, conhecido como Espedito Seleiro, é um artesão cearense do sertão do Cariri que transformou a arte de trabalhar couro em uma linguagem estética reconhecida por sua originalidade, cores e símbolos inspirados no universo sertanejo e na cultura popular. De origem familiar no ofício de seleiros, Espedito inovou ao colorir e criar arabescos em peças que vão de sandálias a bolsas, chapéus e móveis, ressignificando tradições ao mesmo tempo em que preserva saberes transmitidos por gerações. Seu trabalho é classificado oficialmente como patrimônio cultural e ele foi reconhecido como mestre da cultura pelo Governo do Estado do Ceará, consolidando sua jornada no artesanato brasileiro e internacional.
A presença digital do Mestre Espedito Seleiro se estrutura a partir da valorização do fazer artesanal e de sua trajetória. Em suas redes sociais, predominam registros de suas peças e do cotidiano no ateliê, com imagens que evidenciam a materialidade do couro, as cores e os detalhes do trabalho manual. Também aparecem momentos de reconhecimento público, participações em eventos culturais e encontros com artistas e parceiros, sempre apresentados como desdobramentos naturais de uma obra que circula e dialoga com diferentes campos da cultura, sem recorrer a estratégias artificiais de promoção.
O aspecto mais significativo de sua participação no ambiente digital está na forma como a página do Instagram de Espedito Seleiro preserva o ritmo do fazer artesanal. As publicações seguem um fluxo orgânico, sem frequência rígida ou submissão às lógicas aceleradas das redes sociais. Esse posicionamento comunica, de maneira implícita, que o trabalho manual antecede a comunicação digital e que o tempo de criação de cada peça, as tradições e técnicas utilizadas não podem ser comprimidos para atender a métricas de engajamento.
Para conhecer mais a respeito de Espedito Seleiro e visualizar seu enorme acervo digital, acesse: https://www.instagram.com/espeditoseleirooficial/
Mulheres do Jequitinhonha

Mulheres do Jequitinhonha é um projeto sócio-cultural concebido pela Associação TINGUI. O objetivo deste trabalho é o fortalecimento das mulheres de comunidades rurais a partir dos seus saberes, entre eles o bordado e a tecelagem. Fazem parte do projeto os grupos Bordadeiras do Curtume, Tecelãs de Tocoiós e Mulheres da Ponte, presentes em Jenipapo de Minas, Chapada do Norte, Francisco Badaró e Diamantina, Minas Gerais. A página no Instagram Mulheres do Jequitinhonha mostra quem são e o que fazem as mulheres dessas localidades. Para além dos produtos, vídeos com depoimentos, as paisagens, matérias primas, cantorias e processos revela a cultura local que inspira o trabalho das artesãs.
Além de nomes já amplamente requisitados, outros artesãos e artesãs ainda não tão conhecidos começam a trilhar o mesmo caminho no universo digital. É o caso de Ariadna da Mata, de São José dos Campos (SP), que produz bonecos pretos e brinquedos, contribuindo para uma educação antirracista. Por meio do programa UP Digital (SEBRAE) a artesã aprimorou a atuação no mercado virtual e na gestão do negócio. “Estou com um novo site e identidade visual da marca. Uso muito o Instagram para me relacionar com os clientes. As pessoas estão nas redes sociais e eu acredito que a internet é o melhor lugar”, argumenta.
Em Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, Jucione Rodrigues, que domina a arte do crochê, fez vários cursos no Sebrae com o objetivo de melhorar a divulgação e vendas pela internet. Hoje, afirma categoricamente: “As minhas redes sociais são o principal meio de divulgação do meu trabalho e onde recebo a maioria das encomendas”. A artesã tem perfis ativos nas plataformas Facebook e Pinterest.
Cinco dicas para construir uma presença digital respeitando o fazer artesanal

Os exemplos de Mestre Espedito Seleiro e Central Veredas mostram que o artesanato e o ambiente digital não se excluem e podem se complementar. A partir dessas referências, o CRAB apresenta orientações práticas para a construção de uma presença digital alinhada à realidade do artesão, que valoriza o processo, a identidade cultural e o diálogo com o público, sem impor as exigências aceleradas do universo online:
1. Escolher poucos canais e entender para que eles servem
Um dos maiores equívocos cometidos por artesãos ao tentar entrar no digital é querer estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Redes sociais diferentes, com propósitos diferentes, plataformas de venda sem direcionamento específico, aplicativos de mensagens demasiados e ferramentas de vídeo acabam se acumulando e gerando frustração. Para quem já lida com uma rotina intensa de produção, deslocamento, feiras e encomendas, isso se torna inviável.
O primeiro passo é escolher apenas um ou dois canais, no máximo, e compreendê-los como espaços de comunicação contínua, não como vitrines perfeitas, porque cada um em tem suas particularidades. Uma rede social pode funcionar como um caderno de registros do processo artesanal. Um site simples pode se tornar um ponto de referência institucional. Não é necessário dominar todas as funcionalidades, basta entender o básico e usá-lo de forma recorrente.
Essa escolha deve levar em conta o público com quem o artesão deseja se comunicar e o tempo disponível para isso. A presença digital começa quando há intenção e clareza, não quando há excesso de ferramentas.
2. Comunicar o processo como parte central da narrativa
No artesanato, o processo de manuseio da matéria prima é tão importante quanto o resultado final. No entanto, muitas vezes, o digital reforça apenas a imagem da peça pronta, isolada de sua história. Uma presença digital alinhada ao fazer artesanal precisa trazer o processo para o centro da comunicação.
Mostrar o início de uma peça, os materiais utilizados, as etapas intermediárias, o tempo de espera e até as dificuldades enfrentadas ajuda o público a compreender o valor do trabalho manual. Essa comunicação educa o olhar do público, constrói respeito e gera autoridade. Não se trata de romantizar o trabalho, mas de torná-lo visível em sua complexidade.
Artesãs do Vale do Jequitinhonha, por exemplo, quando mostram o barro sendo preparado, seco ao sol e queimado lentamente, ajudam a desfazer a ideia de que uma peça nasce rapidamente. O digital, nesse caso, atua como um espaço de mediação temporal.
3. Estabelecer um ritmo de presença compatível com a vida real
A lógica das redes sociais costuma impor uma frequência alta de publicações, mas essa lógica não precisa ser seguida à risca pelo artesão. O mais importante é encontrar um ritmo possível e sustentável. Publicar quando há algo realmente relevante a se compartilhar, quando um trabalho avança ou quando uma reflexão importante surge já é o suficiente para construir presença ao longo do tempo.
A constância não está na quantidade, mas na continuidade. Uma publicação por semana, ou mesmo a cada quinze dias, pode ser o bastante se ela for verdadeira e conectada ao processo.
Reconhecer os próprios limites é um gesto de cuidado com o trabalho e com a saúde. A presença digital deve acompanhar o ritmo do artesão, não o contrário.
4. Tratar o digital como espaço de relação e não apenas de venda
Embora a comercialização de produtos seja uma dimensão importante, reduzir a presença digital a um simples balcão de vendas empobrece a relação com o público. O digital pode ser um espaço de troca, escuta e construção de vínculos.
Responder mensagens sempre que for possível, agradecer comentários, compartilhar bastidores e reconhecer quem acompanha o trabalho fortalece essa relação. Muitas vezes, o público que valoriza o artesanato não busca apenas adquirir uma peça, mas entender quem a fez e em que contexto ela foi criada.
Coletivos como o A Gente Transforma utilizam suas redes para dialogar sobre impacto social, reaproveitamento de materiais e trabalho coletivo, criando uma comunidade em torno do fazer manual. Essa relação gera confiança e reconhecimento ao longo do tempo.
5. Buscar apoio e construir redes de colaboração
Nenhum artesão precisa dar conta de tudo sozinho. A presença digital pode ser construída de forma coletiva, seja com apoio de associações, cooperativas, familiares ou parceiros institucionais. Jovens da comunidade artesã, por exemplo, muitas vezes têm mais familiaridade com ferramentas digitais e podem contribuir com registros e publicações.
Estar presente na esfera digital significa participar de redes que compartilham valores semelhantes e fortalecem o artesanato como campo cultural. Delegar, compartilhar e colaborar são estratégias legítimas e necessárias para que o digital não se torne um peso excessivo na vida do artesão.
Referências bibliográficas:
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Imagem da internet: A tecnologia a serviço do artesanato já é uma realidade. Disponível em: https://br.freepik.com/fotos-gratis/talented-jewellery-beads-maker-is-holding-crystal-clear-semi-precious-stone-in-hand_26606096.htm#fromView=search&page=4&position=36&uuid=906b5022-9f23-4590-b900-9fee3f61664e&query=computadores+artesanato
Imagem da internet: Artesã tirando foto da ceramica. Disponível em: https://artesadevalor.com.br/marketing/como-tirar-fotos-de-produtos-sem-gastar-muito-i-artesa-de-valor/
Imagem da internet: Artesã no computador. Disponível em: https://artesanatodabahia.com.br/escola-virtual-artesanato-da-bahia-lanca-novos-cursos-online-para-artesas-e-artesaos/#galeria-1
Imagem da internet: Ecommerce do Central Veredas. Disponível em: ttps://urucuiagrandesertaoveredas.com.br/?srsltid=AfmBOorIumh3zfD5AFwgyp6JLmbnypR3-DlotsFAxPKolyAf_Luq_N8N
