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O Grupo Tauá divulgou que seu novo resort em João Pessoa, com abertura programada para julho de 2026, terá suítes temáticas decoradas com artesanato paraibano. Esta iniciativa, anunciada no evento "Tauá em Pessoa" e desenvolvida em colaboração com o Programa do Artesanato Paraibano (PAP), visa integrar a cultura local na experiência do hóspede, selecionando cuidadosamente artistas e obras para refletir a identidade regional e valorizar técnicas tradicionais. Mais do que uma simples decoração, o projeto busca promover artistas locais e reforçar o compromisso do grupo com o desenvolvimento social. Ao destacar o artesanato como um elemento central da hospitalidade, o Tauá Resort João Pessoa diferencia-se, oferecendo autenticidade e um profundo enraizamento cultural como parte de sua oferta de luxo, transformando a arte local em um atrativo competitivo.
O Salão do Artesanato Paraibano está programado para ser inaugurado em 9 de janeiro de 2026, em João Pessoa, com a participação de mais de 600 expositores. O evento, uma parceria entre o Governo da Paraíba e o Sebrae (PB), acontecerá diariamente das 16h às 22h, ao lado do Hotel Tambaú, na orla da cidade, e se estenderá até 1º de fevereiro de 2026. Esta edição especial do Salão do Artesanato prestará homenagem à técnica do mosaico, destacando peças de arte e decoração confeccionadas com vidro, cerâmica e pedra. A entrada é gratuita, porém os organizadores incentivam a doação de um quilo de alimento não perecível, que será destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade social. O evento representa uma importante vitrine para o artesanato local, promovendo a cultura paraibana e gerando oportunidades para os artesãos, além de incentivar a solidariedade através da arrecadação de alimentos.
O texto apresenta a história de Maria Gonçalves, conhecida como Maria Fogo, uma mestra ceramista de quase 90 anos da zona rural de São Gonçalo do Amarante (RN). Ela é descrita como guardiã de uma tradição ancestral da cerâmica artesanal, cujas peças em barro representam a memória de um modo de vida que resiste à industrialização e às desigualdades. Apesar de um AVC e restrições para queimar suas obras em casa, Maria Fogo continua a produzir e a ensinar, transmitindo um conhecimento que abrange rituais, respeito e ancestralidade. Sua resiliência e importância cultural inspiraram o documentarista Fábio de Oliveira (Ta’angahara) a criar o filme "Maria Fogo". O documentário, exibido no Poti Sesc de Cinema, é uma produção racializada que explora tanto a habilidade ceramista de Maria quanto os desafios e contradições de sua vida, como o apagamento cultural e a resistência diária. O registro de sua trajetória é visto como um ato político de reconhecimento e preservação de um saber ancestral, sendo ela uma das últimas guardiãs dessa tradição.
O artigo explora a rica tradição da Folia de Reis no Rio de Janeiro, destacando sua origem ibérica e a adaptação cultural brasileira, que incorpora influências europeias, africanas e indígenas. A manifestação, celebrada entre dezembro e janeiro (estendendo-se até 20 de janeiro no RJ), é apresentada como um universo artesanal, onde máscaras, estandartes, indumentárias e instrumentos são criados manualmente, preservando a memória e a identidade das comunidades. São detalhados os personagens centrais da Folia, como o Mestre, Alferes, Bastião (palhaço), Reis Magos, coro e instrumentistas, e a importância dos elementos visuais e sonoros para o ritual. O texto também mapeia a presença da Folia de Reis em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, incluindo a Baixada Fluminense (com o maior número de grupos ativos), a Região Serrana (com influências estéticas germânicas e italianas), a Região dos Lagos e Costa Verde (interagindo com tradições caiçaras), o Vale do Café e o Norte e Noroeste Fluminense. São citados grupos específicos e suas particularidades, reforçando a diversidade e a vitalidade da Folia em cada localidade. A conclusão enfatiza que, apesar de por vezes esquecida, a Folia de Reis é uma tradição vibrante que resiste ao tempo e se reinventa, fortalecendo economias locais e inspirando novas gerações através do trabalho coletivo e da fé materializada na arte. Em suma, o artigo oferece uma visão abrangente da Folia de Reis no Rio de Janeiro, abordando sua dimensão histórica, cultural, religiosa e artesanal, além de apresentar um panorama geográfico dos grupos e suas características regionais, ressaltando a relevância dessa manifestação para a identidade cultural fluminense.
Mato Grosso do Sul, através da Fundação de Cultura, lançou dois editais que somam quase R$ 1,5 milhão para fortalecer o setor cultural, utilizando recursos da Política Nacional Aldir Blanc. Um dos editais foca em intercâmbio cultural, oferecendo bolsas para artistas e agentes culturais participarem de eventos e festivais, com valores que variam de acordo com o destino e a exigência de contrapartidas formativas ou de difusão cultural. O segundo edital, e o principal foco do conteúdo, é destinado à aquisição de artesanato. Serão investidos R$ 790 mil para comprar peças produzidas no estado, selecionando 79 projetos de artesãos locais. As peças adquiridas serão usadas para compor coleções, brindes corporativos e exposições institucionais, valorizando a produção artesanal sul-mato-grossense. As inscrições para ambos os editais serão realizadas exclusivamente pela plataforma Prosas, com um período de abertura de dezembro de 2025 a janeiro de 2026. Essa iniciativa visa impulsionar a cultura e a economia criativa na região, proporcionando oportunidades para artistas e artesãos locais.
A força do artesanato que brota do aguapé No norte do Pantanal sul mato grossense, mulheres de fibra trabalham para que sua permanência no território seja garantida enquanto preservam o Pantanal. Apresentamos o grupo de mulheres que reconstruiu saberes ancestrais com o uso da fibra do aguapé para produção e disseminação do artesanato. A Associação das Mulheres Artesãs da Barra do São […]
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