Registro poético sobre as rendeiras de bilro do Ceará. Explora a dualidade entre cultura material (almofadas de palha de bananeira e bilros) e imaterial (a inteligência do desenho no papelão). Entre pontos como "piolho de cobra" e "escadinha", as artesãs narram a transmissão geracional do ofício e a relação sensorial com o mar, transformando fios em patrimônio vivo.