O documentário apresenta a trajetória de Mestre Vitalino, que desde os seis anos de idade começou a modelar sobras de barro para criar figuras de animais e cenas do cotidiano nordestino. Ao se mudar para o Alto do Moura, ele consolidou um estilo único que rompeu com a tradição de apenas produzir utensílios domésticos, passando a registrar ritos, costumes e tipos sociais do sertão. Reconhecido internacionalmente a partir da década de 1940, Vitalino tornou-se um mestre generoso que compartilhou sua técnica com a comunidade, transformando Caruaru em um polo mundial de arte em barro e deixando um legado que continua vivo através de seus descendentes e de centenas de artesãos.