
Diagnóstico técnico realizado com 18 mestres ceramistas de 8 municípios. O levantamento revela que apenas 33% dos artesãos vivem exclusivamente do ofício, evidenciando vulnerabilidade econômica. A metodologia incluiu oficinas para 150 participantes, focando no conceito de design circular aplicado ao barro regional e na transição para o decorativo de alto valor agregado.

O Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil (2025), elaborado pela Firjan, constitui uma análise detalhada do comportamento e da contribuição económica deste setor, que em 2023 atingiu 3,59% do PIB nacional, totalizando R$ 393,3 bilhões. O estudo organiza a indústria em quatro áreas principais — Consumo, Mídia, Cultura e Tecnologia — e revela que o mercado de trabalho criativo formal cresceu 6,1% entre 2022 e 2023, superando a média nacional, com destaque para a resiliência do setor pós-pandemia e a forte concentração económica no eixo São Paulo-Rio de Janeiro..

Mapeamento de alta complexidade que registra 4.736 artesãos em povoados e municípios maranhenses (incluindo 28 aldeias indígenas e 274 comunidades quilombolas). A metodologia de "Cartografia Afetiva" resultou em um acervo de 43 mil imagens e 200 vídeos. O estudo quantifica a produção por Polos Turísticos, destacando o Polo São Luís com 949 artesãos cadastrados.

Inventário estatístico que mapeia 6.500 artesãos e mestres da cultura em 184 municípios. O estudo utiliza o conceito de "Ecossistema do Fazer", estruturando a produção em polos de excelência (Bezerros, Tracunhaém e Caruaru). Quantifica o impacto da Fenearte, que em 2024 gerou R$ 52 milhões em negócios e atraiu 315 mil visitantes. O mapeamento detalha o perfil socioeconômico, revelando que 68% da produção estadual é liderada por mulheres chefes de família.

Inventário dinâmico que gere o Cadastro Único de 14.200 artesãos ativos. O estudo aplica o conceito de Cadeia Produtiva de Economia Solidária e quantifica o faturamento de feiras estaduais em mais de R$ 2,5 milhões/ano. Detalha polos de excelência como Saubara (Renda de Bilro) e Maragogipinho (Cerâmica), onde a atividade sustenta 85% da economia da vila através do uso do Selo de Origem.