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COP 30: moda e artesanato podem impulsionar a bioeconomia no Brasil

01/12/2025Postado por: Equipe CRAB

Durante a COP30, diversas iniciativas de bioeconomia ligadas à moda ganharam visibilidade. Destacaram-se o trabalho de artesãos, empreendedores e povos tradicionais que transformam sementes, fibras e resíduos têxteis em peças de alto valor agregado. Exemplos como a artesã Bororo Terezinha Togojebado, a plataforma Tucum Brasil e a marca Yanciã, mostram como saberes ancestrais, técnicas sustentáveis e curadoria cuidadosa podem gerar renda, fortalecer comunidades e preservar biomas, apesar dos desafios logísticos, financeiros e de mercado.

Outros projetos reforçam a potência dos biomateriais brasileiros, a necessidade de financiamento adequado e a busca por uma economia circular mais estruturada. O evento mostrou iniciativas importantes, desde a pesquisa com fibras como o curauá às tecnologias de pigmentação natural, passando por startups focadas em reaproveitamento têxtil e marcas amazônicas em crescimento como Sioduhi Studio. A COP30 evidenciou que a transição para a bioeconomia depende de políticas públicas, taxonomias sustentáveis, crédito acessível e reconhecimento do protagonismo de quem mantém a floresta viva.

Artesanato no Brasil

Artesanato no Brasil

Uma seção inteira tecida para a rede do artesanato brasileiro. Aqui, você percorre o mapa para encontrar artesãos e artesãs, mestres, grupos, lojistas, centros culturais e feiras, ampliando conexões e fortalecendo vínculos. Também pode navegar pelas páginas dos estados e conhecer as principais características produtivas de cada território.

Pesquisa & Desenvolvimento

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Em Dados do Setor, disponibilizamos painéis com informações sobre o artesanato no Brasil, como número de artesãos e artesãs, empreendimentos, gênero, faixa etária, entre outros indicadores que ajudam a entender o cenário atual e apoiar decisões para o fortalecimento do setor.