
Mestres e mestras de várias localidades do país, representantes de coletivos, docentes e pesquisadores se reuniram em espaço voltado ao reconhecimento dos saberes tradicionais, assim como na promoção de políticas do Notório Saber.
A iniciativa busca conferir equivalência acadêmica e pedagógica a conhecimentos de artesãos, rezadeiras, cordelistas e lideranças indígenas e quilombolas. Segundo a ministra Margareth Menezes, valorizar esses mestres é reconhecer que o Brasil se constrói além dos espaços formais, nas comunidades e tradições passadas entre gerações. Para o MinC, o encontro é um passo essencial para a reparação histórica e a inclusão social de povos historicamente afastados do universo acadêmico.
A organização, co-realizada pela FOCUARTE, o IFCE e o Cesmac, conta com o trabalho de 15 comissões voluntárias que mobilizam mais de 100 pessoas. O evento também consolida o Consórcio do Notório Saber e a Rede Nacional de Notório Saber, integrando diversas instituições de ensino superior no fortalecimento da cidadania cultural.

