
Para produzir as peças, as bordadeiras desfiam, de forma manual, tecidos finos, como o linho. Depois retiram parte dos fios para criar tramas vazadas, que são posteriormente preenchidas com agulha e linha em desenhos geométricos e florais. Com o objetivo de fortalecer a produção e comercialização da renda, Dona Moça fundou em 2002 a associação “Casa do Labirinto”, que reúne 19 mulheres e viabiliza a exposição das peças em feiras e demais eventos do setor.
A mestra foi reconhecida como Patrimônio Vivo de Alagoas no ano de 2021, e neste ano de 2026 foi premiada com o Prêmio Filmar por sua contribuição ao desenvolvimento cultural da região. Atualmente, o grupo mantém suas atividades com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, garantindo que o conhecimento transmitido por gerações continue ativo na comunidade.

