FEITO AQUI


A Exposição “Feito Aqui” apresenta os oito primeiros produtos artesanais brasileiros que, com apoio do Sebrae, conquistaram o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O selo IG contribui não só para a preservação e disseminação das culturas locais como também para facilitar a comercialização de produtos, gerando renda e trabalho para os artesãos.

Os produtos que receberam o selo IG são:


Capim Dourado (TO) – planta típica do Jalapão, município a 152 km de Palmas, capital do estado do Tocantins. Suas hastes douradas e brilhantes conferem nobreza a diferentes peças artesanais.

Estanho de São João Del Rei (MG) – A cidade mineira é hoje o principal produtor de peças em estanho no Brasil. A fabricação de peças em estanho é artesanal, podendo sofrer acabamento polido ou fosco. Produz-se, hoje, cerca de cinco mil peças de estanho por mês nas dez fábricas de São João del-Rei.

Panelas de Goiabeiras (ES) – Bairro de Vitória, capital capixaba, Goiabeiras se notabiliza pela produção de panelas de barro, cujo processo de produção é uma herança indígena.

Opala de Pedro II (PI) - A opala é uma pedra impactante, porque em uma só gema é possível encontrar uma variedade imensa de cores. Essa cidade piauiense é a segunda reserva desse tipo de pedra no mundo. A outra fica na Austrália.

Algodão colorido (PB) - Esse algodão é resultado de uma pesquisa de mapeamento genético feito pela Embrapa, que conseguiu variedades que já nascem com diferentes tons como o verde, o amarelo, o azul e o creme.

Renda Renascença (PB) – A Renda Renascença nasce do trabalho da agulha com linha no lacê, a fita de algodão que une as tramas e pode demorar vários meses para ser finalizada. Há mais de 100 pontos diferentes.

Renda Irlandesa (SE) – Produzida em Divina Pastora, cidade localizada a 39km de Aracaju, capital de Sergipe, os nomes dos seus pontos – abacaxi, boca de sapo, cocada, entre outros – fazem referência ao aspecto regional de sua fabricação.

Bordado Filé (AL) - Esse bordado é feito sobre uma rede de fios presa em um tear. Com o tempo, foi incorporando diversas técnicas de outros países. No Brasil, foi incluído o uso de palha e outras fibras.
A exposição vai até o dia 18 de novembro. A concepção visual e a curadoria são de Diogo Rezende.


 

Período [05/09] > 18/11 2017
Horário 10 as 17h
Curadoria estúdio M'Baraká